BBB: Justiça nega pedido de habeas corpus para impedir eventual prisão de Prior, e a extinção das denúncias contra o ex-brother
Informação foi divulgada pelo site Notícias da TV.

O site Notícias da TV, por meio de Erick Matheus Nery e Gabriel Perline, trouxe a informação de que a Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus preventivo para Felipe Prior, que participou do BBB20, na investigação sobre estupros que ele teria cometido anos antes de ter entrado no reality.

A juíza Carla Santos Balestreri, decidiu nesta terça, 14, por não aceitar a defesa do arquiteto, pois segundo ela, os advogados não forneceram todas as informações necessárias para a análise.

A defesa do ex-BBB solicitou um habes corpus com o extinguir as denúncias de estupro feitas contra Prior, além de uma eventual prisão dele. "Na solicitação impetrada pelos advogados, é apontada que a punibilidade dos crimes já teria prescrito, já que a lei vigente diz que a vítima tem o prazo máximo de seis meses após os supostos atos para acionar o acusado na Justiça", diz o site.

Na decisão que o Notícias da TV teve acesso, a juíza diz: "Com efeito, não se demonstrou a existência do inquérito policial cujo trancamento se pretende. Ao contrário do que se infere da inicial, sequer o impetrante tem certeza da existência do procedimento administrativo, tendo se limitado a afirmar que soube da instauração por meio da imprensa".

Na última quarta, 8, os advogados de Prior ingressaram com o pedido do habeas corpus preventivo na Justiça de São Paulo. Eles informaram que não tiveram acesso ao inquérito policial instaurado pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo para investigar o caso e que os supostos crimes teriam sido prescritos, conforme a lei 13.718, de 2018.

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A juíza ainda disse na decisão: "Necessário, assim, que sejam prestadas informações pela d. Autoridade apontada como coautora para esclarecimento dos fatos". Ela pediu para que o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil apresentem as informações sobre o caso para uma futura análise.

No começo deste mês, a revista Marie Claire publicou uma reportagem com duas denúncias de estupro e uma tentativa de estupro contra Prior. Os casos relatados ocorreram em 2014, 2016 e em 2018. durante os jogos universitários de Arquitetura e Urbanismo, o Inferfau.

Em nota assinada pelos advogados Carolina Tieppo Pugliese Ribeiro, Rafael Tieppo Pugliese e Celly F. de Mesquita Prior, os crimes foram negados:

"Felipe Prior nega todas as falsas acusações disseminadas contra ele e reafirma sua inocência. Felipe Prior jamais cometeu qualquer ato de violência sexual. A equipe jurídica do Felipe Prior está empenhada e tomará todas as medidas cabíveis para refutar todas as acusações. Reiteramos: o crime que existe é cometido por anônimos que o acusam e por aqueles que difundem essas acusações, causando prejuízos à sua integridade e à sua imagem."

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(Imagem: Reprodução/TV Globo)

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