Calendário da terceira parcela do Auxílio Emergencial precisa de aval de Bolsonaro para ser divulgado
Pagamento para quem recebe o Bolsa Família começou na semana passada.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o calendário da terceira parcela do Auxílio Emergencial para os informais precisa de aval do presidente Jair Bolsonaro, para ser divulgado. Para recebe o Bolsa Família, o pagamento começou na semana passada, com base no número final do Número de Identificação Social (NIS).

Guimarães disse em entrevista para a CNN Brasil nesta quarta, 24, que está tudo pronto para começar o pagamento, mas que precisa da autorização do presidente Bolsonaro: 

"Nós já fechamos com o Ministério da Cidadania. Precisa só da aprovação do presidente da República. Já temos a questão técnica (definida), com tranquilidade", disse.

Ele continuo: "A terceira parcela, já estamos pagando a quem recebe o Bolsa Família, mais de 11 milhões de brasileiros já receberam. Em breve, vamos anunciar — é o Ministério da Cidadania que anuncia, mas há todo o alinhamento técnico entre ministério e a Caixa".

A forma do pagamento será da mesma forma das duas parcelas passadas: "Faremos primeiro o pagamento de forma digital, por mês de nascimento, sempre começando por janeiro. Vamos começar por janeiro e seguindo por esse calendário. Algum tempo depois, vamos permitir o saque".

O presidente da Caixa explica: "Por que fizemos assim? Dois meses atrás, não tínhamos ainda essa base, tivemos uma semana com filas. Todo mundo reclamou, estavam certos". Guimarães revela que a sanção de Bolsonaro vai sair "vai ser em breve". Ele ainda promete:

"Vamos anunciar também a segunda parcela de quem não recebeu, para que tenhamos o pagamento de todos de uma vez".

Vale lembrar que Paulo Guedes, Ministro da Economia, confirmou recentemente na 34ª Reunião do Conselho de Governo, que o auxílio terá mais dois meses, mas não deixou claro qual será o valor.

"Nós vamos começar agora uma aterrissagem com uma unificação de vários programas sociais e o lançamento de um Renda Brasil, que o presidente vai lançar porque aprendemos também durante essa crise que havia 38 milhões de brasileiros invisíveis e que também merecem ser incluídos no mercado de trabalho", disse Guedes na reunião.

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(Imagem: Reprodução/Internet)

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