Opinião: BBB 22 é a edição mais chata e problemática desde o BBB 19
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Faltando um mês para fim do reality, são poucos momentos marcantes desta edição, que parece que não deixará saudades

 

Para quem não se lembra, o Big Brother Brasil 19 foi vencido pela polêmica Paula Von Sperling, que despejava opiniões que reproduziam preconceitos, principalmente raciais. Junto a isso, a edição foi chatíssima e completamente boicotada pelos integrantes, que fugiam dos conflitos. De lá para cá, tivemos duas edições (20 e 21) simplesmente históricas e, passados dois anos, voltamos à estaca zero: o BBB 22 é o mais ‘bad vibes’ em muito tempo.

A temporada tem poucos momentos de brilho, que podem ser apontados facilmente: a estreia do grande Tadeu Schmidt como apresentador, a faísca entre Arthur Aguiar e Jade Picon e os primeiros movimentos de Gustavo dentro jogo, que causaram um certo desconforto no marasmo do quarto lollipop. De resto, tudo parece previsível e monótono, chato e incômodo de assistir.

Jade Picon sendo consolada pelos aliados de quarto lollipop, após ser eliminada em um paredão com Arthur Aguiar;  um dos pontos altos do BBB 22 (Reprodução/TV Globo)

 

Já sabemos que Arthur Aguiar é o grande favorito ao prêmio e seus aliados (sim, aliados) do grupo ‘Disney’ estão fortalecidos ao seu lado. Nomes como Jessilane, Linn da Quebrada e Natália agradam parte da internet e ganharam a torcida de famosos e outras personalidades, a chamada “máfia dos verificados” das redes sociais.

Mesmo com estratégias patéticas e até repulsa ao ‘jogo jogado’, as comadres ainda desfrutam de certo carisma e levantam debates importantes, que ultrapassam os limites do jogo. De resto, o clima na casa parece pesado, e, as cartas, marcadas.

Os moradores da casa mais vigiada do Brasil, ao final do paredão desta terça-feira (22/03), que provavelmente eliminará Laís, comprarão de vez a narrativa de que não é bom negócio bater de frente com Arthur. Por um lado, é verdade, mas isso abre margem para um comportamento perigoso do participante - uma linha tênue entre a confiança de estar com a razão e o excesso de autoestima.

Ainda resta pouco mais de um mês até o dia 26 de abril, quando conheceremos o campeão desta temporada. Mas o clima de reta final já impera na casa, para a tristeza do entretenimento.

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