Relembre a carreira da atriz Lady Francisco, que faleceu neste sábado (25), aos 84 anos
Seu último trabalho na TV foi na 'Malhação: Vidas Brasileiras', interpretando a personagem Lorraine.

No começo da tarde deste sábado, 25 de maio, a morreu a atriz Leyde Chuquer Volla Borelli Francisco de Bourbon, mais conhecida como Lady Franciso, aos 84 anos de idade, no Rio de Janeiro. Desde o final de abril ela estava internada, após sofrer uma queda em casa e fraturar o fêmur.

O hospital Unimed-Rio, divulgou uma nota oficial confirmando o falecimento da atriz: "O Hospital Unimed-Rio informa, com pesar, o falecimento de Leyde Cauquer Francisco, às 13h10 deste sábado, por falência de múltiplos órgãos, decorrente de isquemia enteromesentérica (transtorno vascular agudo dos intestinos)".

Em entrevista à coluna de Fábia Oliveira no Jornal O Dia, o filho de Lady, Oscar Francisco, informou: "Ela estava no CTI e vinha melhorando, mas ontem teve uma piora. Ela faleceu às 13h08. O céu ganhou uma grande estrela". 

Para o Gshow.com da Globo, Oscar exaltou a mãe: "Ela era uma mulher incrível. Vai fazer muita falta para tudo mundo. Infelizmente, nos deixou, mas ela virou uma estrela. O céu ganhou uma estrela nova". Segundo ele, o corpo da atriz será cremado: "Era o desejo dela e vamos atender".

A carreira artística de Lady começou em Belo Horizonte, na rádio o rádio e na TV Itacolomi, do grupo Diários Associados. Depois que se mudou para o Rio de Janeiro, entrou para a TV Tupi, onde faz parte do elenco da novela 'Jerônimo, o Herói do Sertão'. 

Depois, ele foi para a Globo e trabalhou em novelas como 'Baila Comigo' (1981), 'Locomotivas' (1977) e 'Louco Amor' (1983). Sua última novela foi 'Malhação: Vidas Brasileiras', de 2018. Anteriormente, ele marcou presença em 'Totalmente Demais' (2015), 'Geração Brasil' (2014), 'Saramandaia' (2013) e 'Cheias de Charme', de 2012.

No cinema, Lady atuou vários filmes, como 'A Casa Errada' (2010), 'Amenic - Entre o Discurso e a Prática' (1984), 'Rapazes da Calçada' (1981), 'Viúvas Precisam de Consolo' (1979)', entre outros. Os mais recentes foram 'Ódio' em 2017 e 'Goitaca', este ano.

(Imagem: Paula Giolito/Folhapress)

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